Rapidinha de Inglês: Coulda Woulda Shoulda

Para todas as vezes que nos arrependemos por ter dito algo, ou porque deixou de dizer.

Para quando pensamos: “Droga, eu podia ter feito melhor!”

Ou quando pensamos no que faríamos “se”.

“Se eu tivesse coragem eu iria… eu faria… eu beijaria… eu telefonaria…”

Ou ” Eu realmente deveria ter ouvido aquele conselho.”

Para todos os arrependimentos, falta de coragem, falta de habilidade, falta de vergonha na cara.

Para tudo que poderíamos e deveríamos e não fizemos.

I should´ve known this.

I could´ve loved you.

I would´ve done that.

Segue um vídeo de 15 segundos do treinador mandando um “chega” pra Coulda Woulda Shoulda. Quem quer, vai lá e faz.

“The good teams don´t come in and say “could´ve”, they get it done, alright? It´s that simple. I´m tired of saying Coulda Shoulda Woulda.”

Tradução:

Times bons não dizem “poderíamos”, eles fazem o serviço, ok? É bem simples. Tô cansado de Coulda Woulda Shoulda.

clique no link:

chega de coulda woulda shoulda

I wonder what it’s like to be a superhero.

Some days I really feel I am losing control of things. It´s like the world made a point of presenting to me exactly the opposite of which I planned or wanted.

It´s so frustrating sometimes.

It can be very tiring.

I believe everyone feels like this once in a while because you can’t always get what you want.

So there’s this simple song I like to hear and here I present some of the vocabulary or slangs in the song.

Rainmaker: o manda-chuva

Funky: estranho mas legal (geralmente usado quando a pessoa queria falar fucking mas achou melhor ser educado.)

Stunned: impressionado, estupefato

gig: espetáculo

hassle: incomodar

straight up: honestamente

head honcho: chefe

fall apart: desabar

work: funcionar

An expression: “Boy, don’t make me wanna change my tone!”

Frase muito comum usada pelos pais pra dizer: Você não vai querer que eu aumente o tom.

( O que meus pais falavam: Mocinha, eu não vou falar de novo!)

My favorite parts of the lyrics:

I wonder what it’s like to be a super hero
I wonder where I’d go if I could fly around downtown

I wonder what it’s like to be the head honcho
I wonder what I’d do if they all did just what I said

The best sentence of the song:
I wish the real world, would just stop hassling me!

Por favor mundo real, pare de me incomodar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

VIDEO: REAL WORLD

VIDEO WITH LYRICS:

http://www.youtube.com/watch?v=trt3WRBHl9M

Não tente entender. Simplesmente faça o que eu digo.
ENTREGUE-SE A MIM

Ela sempre suporta tudo com coração de pedra
Porque tudo o que ela faz se volta para mim
Levei a vida inteira procurando por alguém
Não tente me entender
Simplesmente faça o que eu digo!

O amor é um sentimento
Dê-me-o quando eu quiser
Porque estou em chamas
Supra meu desejo
Dê-me-o quando quiser
Fale comigo, mulher
Entregue-se a mim
Entregue-se a mim

Você sempre soube como me fazer chorar
E nunca perguntei os motivos.
Parece que você tem prazer em me machucar
Não tente me entender
Porque suas palavras não são suficientes

O amor é um sentimento
Supra meu desejo
Dê-me-o quando eu quiser
Deixando-me exultante
O amor é uma mulher
Não quero ouvir
Entregue-se a mim
Entregue-se a mim

Você e seu amigos
Estavam rindo de mim
Mas esta tudo bem
E esta tudo bem
Você não vai achar graça quando eu não estiver por perto
Eu estarei bem
E eu, eu nunca encontrarei
Conseguirei nenhuma paz de espírito

Não tente me dizer
Porque suas palavras
Não são suficientes

O amor é um sentimento
Mate meu desejo
Dê-me-o quando eu quiser
Deixando-me exultante
Fale comigo, mulher
O amor é um sentimento
Entregue-se a mim
Entregue-se a mim
Entregue-se a mim

O amor é um sentimento
Mate meu desejo
Eu não quero ouvir isso
Deixando-me exultante
Diga como uma prece
Satisfaça o sentimento
Entregue-se a mim
Entregue-se a mim

Eu não quero
Eu não quero
Eu não quero
Eu não quero sonhar agora
Queime isso
Fale comigo, mulher
Supra meu desejo
Não como uma senhora
Fale comigo, querida
Entregue-se a mim

Entregue-se as chamas
Entregue-se a mim
Entregue-se a mim
Entregue-se a mim

O amor é uma mulher
Entregue-se a mim
Entregue-se a mim
Entregue-se a mim
Entregue-se a mim

Porque estou em chamas
Fale comigo, mulher
Supra meu desejo
Dê-me sentimento

Nada original aqui. Apenas a tradução disso:Link para a música
Os demônios e o Castelo de If. Um covarde e um cárcere.
Alguma coisa ia ter que morrer.
Ela já estava morta.
Sobrou ele e o “nós”.
Poderia matá-lo, mas ele não merecia a morte.
Seria libertação demais para um homem preso por seus próprios demônios.
Ele a tirou de seu trabalho, de suas amigas, de seu lar, e de sua dignidade.
Minou as suas forças, tirou as cores da vida, as risadas e até mesmo sua voz.
Ela ficou pobre. Não tinha mais dinheiro, não tinha mais independência.
Ele a mantinha em cárcere privado e destruía tudo que ela gostasse.
Destruir era com ele mesmo.
Não podia sair, não podia ouvir músicas. Se ouvisse chorava. E se chorava, ele ficava nervoso.
Evitava deixá-lo nervoso.
Mas errava sempre.
Seus rompantes não tinham explicação.
Mas com certeza eram culpa dela. Afinal ela era medíocre, burra, imbecil.
Ele não, ele era inteligente. Ele projetava aviões.
Mas alguma coisa devia dar muito errada lá nos aviões porque ele sempre estava de mau humor.
A risada dele era uma risada embutida.
Imagina se ele daria à atmosfera a graça de sua risada.
Dalí não saía nada.
E se saísse, era venenoso.
Ela já sabia e aprendeu a lidar com a situação da forma que sabia.
Escapava às vezes e conseguia emprestar um livro na biblioteca da cidade.
Leu O Conde de Monte Cristo. A história de um marinheiro aprisionado no temível Castelo de If. Desesperado, não conhece as razões de seu aprisionamento e quase enlouquece.
Ora, ora. A vida é mesmo engraçada.
Estava ela ali. No seu Castelo de If.
Mas onde é que está o Abade Faria quando se precisa dele?
Ah é … É um  livro. Esqueceu-se disso.
E mesmo que fosse realidade, o Abade salvou o marinheiro morrendo.
Pois bem.
Alguém vai ter que morrer.
Ela dormiu dois dias.
Sabia que quando acordasse aí sim ela iria ser castigada porque muitas obrigações foram deixadas por fazer e ele não tinha ninguém além de si mesmo para amedrontar no castelo.
Não importava mais.
Não se mata o que já está morto.
Quase desejava que quando acordasse, ele ainda fosse ele mesmo só pra ela ter certeza.
Voilá.
Ele estava lá. E era ele mesmo. Com suas palavras e sua ironia.
Mas acima de tudo, era o mesmo covarde de sempre.
E a satisfação de saber que ela podia escapar, e ele não, a deixava com tanta coragem que ela até se assustou com as coisas que disse: “Eu vou embora. Prefiro morrer a viver com você.”
Ele falou muito. Falou muito mesmo.
Mas como não se mata o que está morto, para ela as palavras eram vazias.
Acostumado a vê-la subjugada, achou que ela não iria mesmo embora.
O que ele esqueceu é que ela não tinha o Abade Faria, mas tinha outro muito mais poderoso que chegou num cavalo preto reluzente e uma espada bem afiada.
Agora quem é que está subjugado?
“Que engraçado, não estou vendo você gritar e ser valentão agora!”
“O gato comeu a sua língua?”
Ela partiu com o seu cavaleiro negro.
Ele ficou lá.
Nada no mundo poderia ser mais vingativo do que deixá-lo consigo mesmo.
Edmund Dantes teria orgulho dela e diria: “That´s my girl!”.
Enfim, de volta ao seu castelo começou pelos ossos. Construiu depois um coração, e uma nova carne. Seu cabelo cresceu, e também sua vida.
O carrasco do Castelo de If a perseguiu por um bom tempo.
Tentou aprisioná-la novamente, prometeu terras e ouro.
Ela não era mais imbecil, burra e tão pouco medíocre.
Ela demorou em perceber isso. Mas ele demorou bem mais.
Seus apelos dóceis não surtiam efeito. Ele ficou confuso.
A forma do carrasco começou a aparecer de novo.
Ela não tinha mais medo.
Simplesmente fechou a porta.
Alí quem mandava era ela.
No seu reino ele não entrava mais.
Deixou que seus próprios demônios o carregassem.
AMO

Quero apenas cinco coisas..
Primeiro é o amor sem fim
A segunda é ver o outono
A terceira é o grave inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são teus olhos
Não quero dormir sem teus olhos.
Não quero ser… sem que me olhes.
Abro mão da primavera para que continues me olhando.

Pablo Neruda

Rapidinha de Inglês: Podcast para praticar o listening.

Encontrei o Radiolab, podcast ideal para praticar o listening.

A linguagem é do dia-a-dia e moderna.

O Podcast é sobre assuntos variados, e é rapidinho, tem uns 20 minutos em média.

Adoro coisas rápidas e úteis.

Link aí:

http://www.wnyc.org/shows/radiolab/

Miriam e o tiozão. #MEDO

Um dia chato de um mês de Julho de um ano qualquer.

Eis o que o tédio a obriga a fazer.

Conheceu  Tiozão através de uma venda de uma casa.

Não saiu negócio, mas Tiozão começou a falar de livros, e que era um escritor iniciante, e recitou poemas, e falaram de Manuel Bandeira, Girassóis da Rússia, momentos genuínos, remédios, personagens da história, e de uma tal teoria 80×10x10. De acordo com o que ele explicou, 10% das pessoas são feias, 10% são realmente bonitas e 80% querem ser os 10% bonitos.

Miriam ficou curiosa em saber em que porcentagem ela estava. Ele foi logo dizendo: “Ah, Miriam, você está entre os 10% realmente bonitos.”

Percebeu que ele não terminava um assunto e já partia pro outro. Mas ele era engraçado e o seu dia estava chato.

Tiozão ainda comentou do “brilho dos seus olhos” mais de uma vez.  Não pareceu uma cantada na hora e se fosse seria uma bem ruim.

Seu celular tocou, ele tinha que ir embora.

Mas virou para ela e disse: “Olha, geralmente eu não faço isso, mas você tem compromisso pra hoje à noite?”

Pega de surpresa e sem compromisso mesmo, respondeu que não e concordou em sair para conversar depois que ele saísse da missa com a mãe.

Tiozão não era bonito, não era seu tipo, e Miriam achou realmente que seriam colegas, que eram duas pessoas entediadas num sábado.

De noite, ele liga:

Tiozão: Oi, é o Fábio.

Miriam: Oi, tudo bem?

Tiozão: Tudo bem sim. Eu consegui escrever.

Miriam: Como assim?

Tiozão: Lembra que eu falei que ia escrever? Então, eu escrevi.

Miriam: Ah é? O que?

Tiozão: É surpresa.

Miriam: Ah, então tá…

Tiozão: Eu tava pensando, não vou à missa, gostaria de te ver mais cedo.

E aí Tiozão faz uma pergunta estranha:

“Onde você gostaria de ir que não ficasse amedrontada?”

E Miriam, que até então não estava amedrontada, começou a ficar. Ou pelo menos a considerar a ficar. Mas achou que devia ser coisa de tiozão.

Bom, 10 minutos antes do horário combinado, chega Tiozão.

De terno.

Com um poema na mão.

Miriam pensa: Oh.. ow.

No carro, Tiozão  explica que o carro não é dele e despeja todas as informações que considerava importante. Quantos casamentos teve, quantos filhos, etc…

Pára de repente na frente da floricultura, lhe traz uma rosa.

Miriam pensa: Oh crap. Maybe, just maybe, I shouldn´t have entered this car.

Mas chegam ao local. Sentam e pedem a comida.

As coisas passaram de weird, pra creepy. O que era estranho ficou realmente amedrontador.

Tiozão começou a despejar informação de novo.

Fala de seu desespero por um amor verdadeiro, do nascimento do filho, seus divórcios, todos os remédios que precisava tomar, e sua tentativa de suicídio.

No meio disso tudo percebe que o papo de escritor só pode ser enrolação porque Tiozão comete erros graves de Português. Erros esses que não apareceram na conversa sobre Girassóis da Rússia e etc.

Depois Tiozão queria saber quantos homens Miriam havia tido relações sexuais e avisa que ele precisa de sexo duas vezes por dia.

Miriam teve certeza que não deveria ter entrado no carro.

Tiozão pegava em sua mão constantemente, se aproximava para beijar e colocava a mão no ombro dela quando andavam.

Miriam  quer ir embora, Tiozão começa reclamar que ela não está acostumada a ser bem tratada, que deve estar acostumada com moleques.

Miriam se arrepende de não ter ido com seu carro, mas lembra que pode sempre pegar um táxi.

Tiozão a leva embora, mas dizendo que quer dormir com ela. Só dormir.

Miriam mantém a calma, e dá graças a Deus quando param em frente sua casa.

Ele quer entrar, ela não deixa.

Delicadamente diz que tem um compromisso amanhã.

Quando entra em casa, respira fundo e pensa como pôde ser tão imprudente.

Esconde o rosto em suas mãos e uma voz lhe diz:

“Agora esse louco sabe onde você mora.”

“Sua mãe não lhe disse para não falar com estranhos, mocinha?”

“Na próxima vez que estiver com tédio, chame uma amiga ou vá ler um livro.”

METADE

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio

Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
(METADE – Oswaldo Montenegro)

Letra de Sultans of Swing traduzida.
Você sente um calafrio no escuro
Está chovendo no parque mas enquanto isso
Ao sul do rio você para e deixa as outras coisas pra lá
Uma banda está tocando Dixie num ‘quatro tempos dobrado’
Você se sente bem quando escuta aquela música tocar.
Você entra mas não vê muitos rostos
Sai da chuva pra o jazz tocar
Competição em outros lugares
Mas os trompetes que podem fazer aquele som
Lá no sul, bem lá no sul da cidade de Londres
Você repara no guitarrista George ele sabe todos os acordes
Percebe que ele é só ritmo, não quer fazer choro ou cantar
E uma velha guitarra é tudo o que ele pode ter
E quando ele fica embaixo das luzes para tocar sua música
E Harry não se incomoda se ele não fizer a cena
Ele tem um trabalho diurno em que se dá bem
Ele pode tocar em cabarés gratuitamente
Reservando especialmente sexta à noite
Com os Sultões… com os Sultões do balanço
E uma turma de jovens garotos está zoando na esquina
Bêbados e vestidos em suas melhores calças marrons e seus calçados plataforma
Eles não dão importância à nenhuma banda tocando trompete
Isso não é o que eles chamam de rock and roll
E os sutões… yeah os Sultões tocam música Creole
Então um homem vai até o microfone
E diz finalmente quando o sino toca
‘Boa noite agora é a hora de ir para casa’
E depois disso ele fala mais uma coisa
‘Nós somos os sultões… Nós somos os sutões do balanço’

O @lucianogardim pediu, eu traduzi.

Rapidinha de Inglês: Sensato e insensível

Heterossemânticos são palavras cuja origem é a mesma porém acabaram com significados diferentes em duas línguas.

Um exemplo muito bom é:

SENSIBLE que significa SENSATO, apesar de parecer muito com “sensível”, cujo termo correto em inglês é SENSITIVE.

Os opostos para ambos levam prefixo –in:

Insensitive – insensível

Insensible – insensato

E se você está se perguntando sobre o sensitivo, aquele espiritual, mediúnico, poderá usar PSYCHIC ou SENSITIVE.

E quem esteve  apaixonada em 1996, assistiu o filme Rosas da Sedução e talvez lembre da música “Insensitive” de Jann Arden que dizia:

“I thought that you might have some advice to give on how to be insensitive.”

(Pensei que talvez você tivesse um conselho a dar sobre como ser insensível.)

  • Páginas

  • ...one night there´s a heartbeat at the door. Outside, a woman in the fog, with hairs of twigs and a dress of weed, dripping green lake water. She says: "I am you, and I have traveled a long distance. Come with me, there is something I must show you..." She turns to go, her cloak falls open. Suddenly, golden light...everywhere, golden light...
  • .:Link Me:.


Get Adobe Flash playerPlugin by wpburn.com wordpress themes